Historico Do Nome

Nascido no ano de 521, em Gartan, Condado de Donegal na Irlanda, Santo Colomba (conhecido também como Columba, Columbano ou Colomkill) Tornou-se o maior dos monges da Irlanda Membro da família real dos O’Neil , ordenou-se sacerdote em 551, pela ordem dos Beneditinos, e desde então fundou vários conventos em seu país dos quais se destacam os de Durrow e de Derry, berço da cidade de Londonderry.

Salão - Resturante Santo ColombaPeregrinou pela Escócia, Levando o Evangélio aos Pictos. Em 563 com 12 discípulos, ergueu na ilha de Jona um importante convento que abrigava a Pedra do Destino, que ungia os Reis da Escócia ( hoje esta pedra encontra-se em Westminster).

Santo Colomba desenvolveu uma Igreja semi-independente de Roma, governada por abades em vez de bispos, voltada para o culto das letras clássicas.

Antes de sua morte em 9 de junho de 597 (data em que é lembrado) escreveu três hinos latinos. Conta-se, tanto na Irlanda como na Escócia, a ligação de Santo Colomba com a historia d whisky, atribuindo-se a ele, juntamente com Saint Ninian (360-432) e Saint Patricio (ou Patrick) o mistério que envolve a fabricação do whisky.

Segundo a lenda, suas almas passavam sobre as destilarias, interferindo nos processos naturais, transformando-os em milagres.

Por isso, Santo Colomba tornou-se o Patrono dos “Pubs” e dos bebedores britânicos. E foi em sua homenagem que nasceu, nos Jardins o The Bar Santo Colomba.

Historico Do Bar

Quando o Rio de Janeiro era capital da República e a Avenida Rio Branco, recém aberta, se transformava na principal artéria do país, o Jockey Club Brasileiro construiu nela sua sede social, exemplo de arquitetura clássica, que logo se constituiu no ponto de encontro de todas as pessoas envolvidas nas decisões do início do século.

Bar Santo Colomba

O melhor e mais disputal local no prédio do Jockey era o bar inglês Sóbrio, elegante, produto do trabalho artesanal de especialistas europeus especialmente trazidos.

Os materiais empregados foram os mais nobres,madeiras de lei,vitrais belgas, azulejos franceses. Desde que foi inaugurado, o “bar do Jockey” tornou-se em motivo de orgulho para os sócios e freqüentadores do Club.

Quando se decidiu, quase cinqüenta anos depois, construir uma nova sede social, os dirigentes da época resolveram fazer uma edificação absolutamente contraditória à classe do bar inglês. Não encontraram no Rio quem se interessasse em utilizar as instalações. Informaram que, na demolição do prédio antigo, o bar também seria destruído.

Um paulista, de antigas cêpas, não se conformando com tal absurdo, e sem hesitação, foi a Diretoria do Jockey e comprou o bar, intacto, em perfeitas condições. Desmontou-o cuidadosamente e o trouxe para São Paulo. Aqui o cedeu a um empresário do ramo, também fiel ás traduções e ciente da importância histórica e estética daquele recinto.

A instalação do “bar do Jockey”, impecável e impressionante foi feita no primeiro Santo Colomba, na rua Padre João Manoel. Foi um sucesso: aquele bar era realmente mágico, ao entrar nele as pessoas entravam também na historia e se embuiam do espirito sofisticado que sempre presidiu os encontros ali ocorridos.

Anos mais tarde, mais uma vez, amorosamente remontado, o bar recomeça vida nova abrindo suas portas para uma clientela que, sabedora das suas origens, quer também ser parte desta História.

Esse é o nosso bar, onde você está agora. Olhe em torno, deslumbre-se com a perfeição dos detalhes e com grandiosidade do conjunto. Valeu a pena do trabalho de tanta gente, só para ter a sua companhia. Enjoy it!